Amo-te.
26 agosto 2010
19 agosto 2010
Simplificando
Apetece-me dizer-te muita coisa, mas hoje digo apenas que:
- és O único para mim
- só te quero a ti a fazer-me sentir assim.
- és O único para mim
- só te quero a ti a fazer-me sentir assim.
És O Tal @
17 agosto 2010
Para que te não restem dúvidas.
É tão bom que me faz querer morrer.
embora uma primeira apreciação possa indicar que se trata de uma coisa má,
é apenas porque penso que já provei o melhor que a vida tem e que não me importava de me ir embora sentindo aquilo tudo que me fazes sentir.
É qualquer coisa de maravilhoso, estonteante, arrebatador... sei lá.
Obrigada e VOLTA SEMPRE
Devia ser assim todos os dias. Todas as noites.
Gostei tanto, tanto amor, tanto!
Já tinha saudades.
Matei.
Agora já tenho outra vez.
Vem.
Tu não sabes o que dizes.
Então a cena é assim:
Grande parte de mim está contigo, está em ti, pertence-te, e assim há-de sempre ser, então, se me deixares, eu passo a ser uma coisa muito pequenina e não saberei o que fazer à minha vida.
Nem tenho a certeza de que terei uma.
E é isto que eu sinto portanto, CALA-TE ESTUPOR,
Eu amo-te mais. Muito mais, infinitamente mais.
Insuperavelmente mais.
14 agosto 2010
Será que podias fazer o meu dia acabar com qualquer coisa assim?
Quando morrer, vou doar o meu corpo a uma Universidade.
Claro, que é para todos te verem nua, né?
E depois? Estou morta, que diferença faz?
Não quero saber, continuas a ser minha.
Foi o que eu mais gostei de ouvir de ti.
És único, sabes?
Eu amo-te, sentes?
Sou tua, para sempre e depois.
Não percebo o tempo
Estive quatro horas contigo... pareceram quatro minutos.
Há seis horas e trinta minutos que não te vejo... parecem seis dias.
O relógio tem sempre pressa quando eu estou junto a ti, os ponteiros apressam-se numa corrida desenfreada e vão sempre aumentado a velocidade, sempre!
No entanto, quando estás longe é um preguiçolas merdoso, lento, pastoso... não corre, não anda: arrasta-se.
E eu arrasto-me com ele, agarro-me a ele e peço-lhe que corra, peço que tenha vontade de passar, mas nada. Não resulta. Não nada. Fica ali, parado.
Há seis horas e trinta minutos que não te vejo... parecem seis dias.
O relógio tem sempre pressa quando eu estou junto a ti, os ponteiros apressam-se numa corrida desenfreada e vão sempre aumentado a velocidade, sempre!
No entanto, quando estás longe é um preguiçolas merdoso, lento, pastoso... não corre, não anda: arrasta-se.
E eu arrasto-me com ele, agarro-me a ele e peço-lhe que corra, peço que tenha vontade de passar, mas nada. Não resulta. Não nada. Fica ali, parado.
Quero passar todas as horas contigo, aproveitar os minutos e esticar os segundos.
10 agosto 2010
Um abraço?
Sinto que não falo contigo há dias, sinto que não estou contigo há semanas, sinto-me a milhas de ti.
Não. Sinto-me como que anestesiada, não sinto nada.
Mas não me sinto muito bem. Estás longe. Demasiado longe.
Se calhar só preciso de estar contigo.
Sim, é isso: preciso de ti. Preciso muito de ti. Preciso mesmo de ti.
Abraça-me, amo-te.
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