Neste dia, de 1945, o Mussolini morreu; 1889, o Salazar nasceu; 1937, o Sadam Husein nasceu; 1902, o Manchester United foi fundado; 1974, o Ricardo Araújo Pereira nasceu; 1981, a boa da Jessica Alba nasceu. Dia 28 de Abril é o Dia Nacional da Prevenção e Segurança no Trabalho. Deste ano, começa a Ovibeja.
Mas, mais importante que tudo isto, no dia 28 de Abril de 1992, nasceu o ser mais maravilhoso que o mundo viria a conhecer: André Filipe Matoso Calado.
Aqui e mais uma vez: Parabéns, meu amor. Desculpa-me por não ter conseguido fazer o teu dia ser perfeito mas, neste mundo, só há lugar para uma perfeição e tu sabes bem o que é. Quem é.
A ti, André, que me aturas há exactamente dezoito meses e um dia, o que perfaz, caso não saibas, um ano e meio e ainda mais um dia:
Post Scriptum - Sim, as mãos estão aí a mais, mas é um trabalho de amador, sim? Eu esforcei-me, 'tá? Post Post Scriptum - Ai de ti que não me digas nada sobre isto e o ignores. Post Post Post Scriptum - Amo-te. Muito. Tanto. Sempre.
Aumentas-me os níveis de dopamina.
As drogas também o fazem, não no meu cérebro, mas fazem-no e é a dopamina que cria o vício.
Tu és a minha droga. O meu vício. Já o disse, sei que me repito.
As drogas fazem as pessoas perder-se.
E é o que eu mais gosto de fazer, perder-me em ti.
Eu sei.
E como egoísta que sou, quero-te só para mim, só para mim mesmo, e quero apertar-te de modo a não deixar espaço para mais ninguém, para que mais ninguém caiba entre nós.
Eu não quero, eu não preciso, de mais ninguém e então não posso deixar espaço para que mais alguém entre, porque morro de medo que possas querer mais alguém.
E tu és meu. Talvez num futuro próximo o deixes de o ser. Talvez num futuro longo. Talvez nunca venhas a deixar de o ser. Podes até podes deixar de o ser já amanhã.
Mas hoje és meu. Hoje é o que realmente me interessa. E é hoje que eu me dou toda - porque hoje eu sou toda Tua: hoje e sempre.